Elemento Facilitador
Reunir um conjunto de serviços e valores que, se bem integrados e racionalizados, podem reduzir os custos e aprimorar a qualidade global da organização. Esta frase representa bem as idéias do que deve ser uma gestão bem sucedida das atividades de infra-estrutura de uma empresa e pode ser resumida em apenas uma palavra: FACILITIES.
Com muitas definições e enfoques, o FACILITIES nada mais é do que uma terceirização ampla e integrada, onde um único provedor se torna responsável por uma gama maior de serviços. A verdade é que, em médio prazo, a tendência é que haja uma migração natural do modelo de contratação atual para o FACILITIES, que cada dia mais se consolida como uma solução eficaz e otimizada.
Este blog nasce exatamente no momento em que o FACILITIES é visto como uma maneira inovadora e criativa de encontrar soluções atualizadas, mas racionais, com valores que sejam percebidos pelos usuários, acionistas e comunidade em geral. Nasce do desejo de se ter um espaço aberto e contínuo para o debate e para que todos possam entender, e opinar, sobre um tipo de serviço moderno usado por empresas que querem se manter atualizadas. Quer mostrar que é possível ter um nível de compromisso maior com o cliente e, conseqüentemente, conseguir uma solução global da infra-estrutura e garantias de custos e resultados.
Atuando na área há mais de 16 anos, posso afirmar que, para quem trabalha com serviços, o ideal é reunir embaixo de um único “guarda-chuva” o que até então era feito de forma isolada. É um modelo de prestação de serviços que atende a uma crescente demanda de clientes que desejam, cada vez mais, se relacionar com um número menor de parceiros, mas atingindo um perímetro maior de atuação.
Se bem administrado, o FACILITIES reduz os custos diretos e indiretos e simplifica a gestão de uma empresa. Com a implementação do serviço é mais fácil prever os custos e associar um compromisso de qualidade pré-estabelecido. Algumas pesquisas já mostram a aplicação deste modelo pode representar uma economia de cerca de 15%, sobre os custos envolvidos.
Ainda temos muito a percorrer se considerarmos a contribuição potencial do FACILITIES para o desempenho global das empresas, certamente deveremos fazer muito para obtermos os potenciais benefícios deste modelo de prestação de serviços.
Espero através deste Blog, contribuir de alguma forma com os profissionais que desejam percorrer este caminho.




25 de Abril de 2008 às 10:40
Bom dia;
Quero parabenizar a Equipe de gestão pela iniciativa deste site para facilitar a comunicação.
Aproveito a oportunidade para dar uma sugestão referente ao contra cheque; teríamos facilidade em consultar se tivessémos um link no site, visto que somos funcionários a distância e os contra-cheques chegam em torno de 15 a 20 dias após o 1º dia útil.
26 de Abril de 2008 às 23:32
Bom dia
Prezado sr.Luiz Claudio,
Eu já havia comentado com a Assistente Social Simone Lopes essa página, e um informativo sobre a Personal fazendo com que tenha troca de informações entre os funcionarios e profissionais da empresa.A mesma citada acima fez um relatorio sobre as idéias que participei a ela.
Gostaria de conhecer a Personal esta empresa da qual eu faço parte e muto me orgulho.
11 de Maio de 2008 às 20:44
O fato de uma empresa reunir um conjunto de serviços em apenas um provedor não concentra os riscos de indisponibilidade dos serviços, seja por incapacidade técnica, seja por eventual dificuldade financeira deste provedor?
14 de Maio de 2008 às 18:39
Prezado Jose Carlos, essa é uma dúvida recorrente. É fato que esse modelo de contratação pressupõe a centralização dos serviços em um número reduzido de parceiros estratégicos. Entretanto, se a escolha for bem feita, ou seja, havendo um processo de qualificação que anteceda a contratação do parceiro, o que seria um risco, na verdade torna-se uma proteção. Outra forma de vermos é que o risco de incapacidade técnica ou insolvência por parte dos vários fornecedores já existia, até mesmo potencializado em função da quantidade e diversidade de contratos.
Obrigado por seu comentário.
14 de Maio de 2008 às 18:40
Caro Mauro, seu comentário reforça a necessidade de criarmos mais canais de comunicação com nossos colaboradores, além da Revista Visão Personal e do CAP (Central de Atendimento Personal).
Este blog tem como principal objetivo tratar de assuntos relacionados com facilities (uma forma de contratação de serviços de infra-estrutura que prevê, entre outros benefícios, a garantia dos custos e a aferição da qualidade dos serviços prestados). Espero continuar contando com sua “visita” ao blog para conhecer um pouco mais sobre esse assunto e para contribuir com idéias e sugestões.
Em tempo, estamos desenvolvendo um novo site, mais interativo, com possibilidade de troca de informações entre a Personal e seus colaboradores.
Um forte abraço e obrigado por sua participação.
14 de Maio de 2008 às 18:41
Maria da Conceição,
Obrigado por sua participação e contribuição com sugestões.
Este blog foi criado para estimular a discussão sobre o tema facilities, envolvendo profissionais da área, amigos, clientes e colaboradores. Dessa forma, esperamos continuar contando com sua participação sempre que desejar entender um pouco mais sobre esse tema, ok?
Com relação ao seu comentário, a Personal é uma empresa que atua em praticamente todo o território nacional (somos atualmente mais de 7000 colaboradores diretos) e de fato, a cada dia temos que buscar soluções que transponham as barreiras geográficas. Já lhe antecipando um pouco nossos planos, estamos desenvolvendo um novo site, mais interativo e atual. Neste site está previsto um campo de acesso restrito aos nossos funcionários e clientes. Uma das idéias principais para o espaço restrito aos funcionários é disponibilizarmos informações como contra-cheque, saúde ocupacional, empréstimos, oportunidades, etc.
Veja que estamos continuamente buscando formas de estreitarmos relacionamento com nossos colaboradores!!! Mais uma vez obrigado por sua contribuição e acompanhe conosco essas mudanças.
20 de Maio de 2008 às 20:43
Acredito que Facilities é um novo modelo de gestão que acompanha uma visão mais moderna das organizações. Poucos fornecedores, com foco na geração de resultados e não apenas no benefício de tercerização na sua forma mais simples - alocação de homens hora.
Este é um tema que vai trazer muitos debates e que espero que tenhamos espaço neste blog para cada vez mais entendermos este novo modelo.
Luiz, vamos ao debate.
21 de Maio de 2008 às 15:48
Prezado Sergio, você tocou em um ponto-chave que deve ser observado por todo tomador de serviços: foco nos resultados. Essa é uma das premissas básicas desse modelo, que transfere para o parceiro estratégico a responsabilidade por todas as etapas do processo, incluindo os recursos humanos e materiais envolvidos. Para melhor exemplificar, quando falamos de iluminação de um determinado ambiente, para o usuário não é relevante se há lâmpadas em estoque ou mesmo se há eletricista disponível. Tudo isso passa ser refletido no resultado final: lâmpadas acesas!!!
Você tem razão ao dizer que esse tema trará ainda muitos debates. Minha contribuição será, na medida do possível, esclarecer algumas dúvidas quanto ao modelo e seus benefícios.
Um forte abraço e obrigado por sua participação.
3 de Julho de 2008 às 12:40
Boa tarde,
Estou sendo convidada a sair da area de TI para assumir uma area de facilities dentro da minha empresa. Posso ver isso com bons olhos? Devo acreditar que esse é realmente um caminho novo e proveitoso? Estou na area de TI a 12 anos e estou procurando novos desafios, esse seria um deles?
3 de Julho de 2008 às 13:10
Olá Anna,
Eu sou de certa forma suspeito para falar sobre esse tema…
Há cerca de 17 anos eu aceitei o convite para participar de um grupo de trabalho que desenvolveu o conceito de facilities (na ocasião ainda não tinha esse nome) no Brasil. Foi um convite da IBM, para que se desenvolvesse um “produto” capaz de gerenciar todos os serviços de infra-estrutura dos seus edifícios. Daí pra cá, muita coisa aconteceu e hoje o Facilities é um modelo de negócios, reconhecido como “a evolução da terceirização”.
Bem, tentando contribuir de alguma forma com a sua decisão, o mercado têm caminhado a largos passos na direção do facilities e de novas técnicas de contratação de serviços, com critérios pré-definidos, custos garantidos, e outros tantos benefícios desse modelo. Ocorre que não há profissionais com essa expertise disponíveis no mercado. Muitas empresas estão indo pelo caminho da sua e identificando dentro de casa profissionais que reúnam os requisitos necessários (alguns deles: competência técnica, capacidade de liderança, relacionamento, técnicas de negociação) e formando-os no facilities. Eu chamo isso da evolução do interlocutor, ou seja, as empresas que prestam serviços de facilities encontram pela frente novos profissionais (clientes), que sabem o que fazer e como fazer, porém optam por contratar empresas de facilities e com isso focam no que é mais estratégico.
Outro fator importante para a sua decisão é que a área de TI já foi incorporada pelo “Facilities Management” em várias organizações, ou seja, você poderá agregar às suas novas funções as atividades que você já desenvolvia, porém com uma visão mais macro, mais integrada.
Boa sorte na sua decisão, seja ela qual for.
Atc,
Luiz Claudio Garcia
19 de Julho de 2008 às 17:42
Luiz Claudio,
Trabalho há 8 meses como Arquiteta na Dalkia e achei muito interessante esse seu blog.O conceito de facilities é realmente inovador e essa sua iniciativa de esclarece-lo melhor aqui foi ótima.
Parabéns e sucesso!
Daniela
21 de Julho de 2008 às 12:29
Daniela,
Obrigado por seu comentário.
Imagino que você já está tendo a oportunidade de “descobrir” o mundo do facilities, certo? E com certeza está vendo que seus conhecimentos de arquitetura podem ser utilizados de forma mais ampla, mais abrangente…
Sucesso em suas atividades e esperamos contar com você em nosso blog contribuindo com suas experiências, ok?
Abs,
Luiz Claudio
11 de Agosto de 2009 às 12:26
Olá pessoal!!
Depois de uma temporada fora do ar por problemas técnicos, voltamos a ativa. Aguardamos os seus comentários para enriquecermos nossas discussões e conclusões.
Abraços!!
11 de Agosto de 2009 às 15:20
Olá Luiz Claudio. Desejo sucesso neste novo desafio e parabéns pela criação do blog. Inovar é preciso !!! Será uma satisfação poder conversar com vocês. Forte abraço.
11 de Agosto de 2009 às 15:25
Rudimar,
Muito obrigado pela sua participação. Ao criar o blog, nossa intenção foi abrir um canal para discussões que possam contribuir com o desenvolvimento e aprimoramento do modelo. Contarei com suas visitas, quando possíve, a esse forum.
Abraço!!
11 de Agosto de 2009 às 15:40
Após ter lido todos os relatos dos demais colegas que aqui expressaram as suas opiniões, quero registrar e tecer o seguinte comentário:
MOMENTO DE REFLEXÃO
A tecnologia, tornou-se definitivamente indispensável na gestão de qualquer coisa nos dias de hoje, ponto. Entretanto, criar e desenvolver estes meios, requer fazer o uso, acima de tudo da ferramenta primordial
O SER HUMANO E O SEU CERÉBRO, ou seja, base, fonte e premissa para que tudo isto aconteça.
É importante ressaltar que o crivo de todas as informações que nos cercam e são veiculadas, necessitam ter como base: princípios e valores éticos, morais e pessoais que unidos, criem um conjunto fidedigno de dados e não uma casca de ovo que pode se romper facilmente, ex: CRISE ECONÔMICA E FINANCEIRA MUNDIAL, AQUECIMENTO GLOBAL, RESPONSABILIDADE SOCIAL, pergunto a todos: A tecnologia que constrói, unifica e edifica as grandes corporações é a mesma que DESTRÓI, porém de maneira devastadora grandes impérios, corporações, conglomerados e a VIDA NO PLANETA, então, cadê a tecnologia para solucionar estes problemas?
RESPOSTA: NO SER HUMANO E NO SEU CERÉBRO.
OBS: Sou a favor da tecnologia, mas sou principalmente a favor da valorização do ser humano e da vida.
Muito Obrigado.
Sidney Saraiva
11 de Agosto de 2009 às 15:54
Sidney,
Seu comentário foi perfeito. Porém, como tudo na vida, o sucesso está na capacidade das pessoas de gerenciar as variáveis que as envolvem, sempre buscando o equilíbrio e a harmonia entre elas. Nos próprios exemplos que você coloca, é possível identificarmos as consequências da situação inversa, onde o excesso e a ganancia desequilibra a relação.
A proposta do modelo de Facilities, ao meu ver, está alinhada com o que estamos discutindo. Utilizar a tecnologia em prol da melhoria do ambiente de trabalho e de convivência, fazendo com que seja ele mais uma ferramenta na busca de uma melhor produtividade, seja no trabalho, seja no lazer. Como você bem falou, no centro de tudo isso está o Ser Humano. Não podemos perder nosso foco original.
Mais uma vez, obrigado pela participação. Conto com sua constante colaboração para o desenvolvimento de nosso fórum.
Grande abraço!!
11 de Agosto de 2009 às 15:59
Parabéns pelo pioneirismo em criar um blog voltado para um tema tão atual e importante para os empresários como o Facilities.
Uma das maiores preocupações de quem contrata este modelo de serviço é quanto a maneira de medir os resultados atingidos, como isto é feito? Existe alguma metodologia reconhecida para tal? O valor a ser pago pelo contratante pode variar em razão dos resultados obtidos?
11 de Agosto de 2009 às 17:38
Prezado Pedro,
Essa é uma questão primordial para o sucesso de um projeto de facilities. O modelo foi idealizado exatamente para desonerar o cliente da necessidade de desviar recursos preciosos para a gestão dos processos de infra-estrutura. Para isso, devem ser utilizadas ferramentas que lhe permitam controlar, de modo fácil, a performance do provedor dos serviços. São os tão falados SLA’s (Service Level Agreements), em suma, indicadores de performance.
No entanto, ao determinar quais indicadores serão implementados, as partes devem atentar a uma questão muito importante. Cada cliente tem suas características e necessidades específicas. Não podemos enxergar um shopping center e um hospital da mesma maneira. Por isso, costumo dizer que o Facilities não é um produto de prateleira. O projeto deve ser personalizado e customizado para o cliente, sendo quase impossível replicá-lo sem alterações.
Quanto a questão da remuneração é muito importante que, ao menos uma parte dela, esteja condicionada ao cumprimento das metas. Essa é uma excelente maneira do provedor demonstrar ao cliente seu comprometimento com os resultados.
Muito obrigado pela participação. Conto com sua presença mais vezes por aqui.
13 de Agosto de 2009 às 16:26
Luiz,
Boa tarde!! Estou avaliando a possibilidade de contratar um projeto de facilities para a minha empresa. Sou o gestor da área, mas estou com dificuldades para pré-avaliar a viabilidade do processo. Você teria números reais de ganhos já observados nessas implantações?
13 de Agosto de 2009 às 18:56
Olá Gustavo!
Ao avaliar a viabilidade de um projeto de Facilities é muito importante levar em conta os ganhos indiretos que o modelo proporciona. Na maioria das vezes, a mensuração desses ganhos é difícil de ser feita, por isso existe uma tendência generalizada a ignorar essa avaliação. Quanto mais completo o escopo do projeto, maior será esse potencial. Como exemplo de ganhos indiretos posso citar a desoneração dos departamentos de apoio administrativo: suprimentos, compras, logística, departamento pessoal, jurídico, contábil, tesouraria, entre outros.
Considerando os potenciais de economia diretos e indiretos, tenho presenciado ganhos que giram no intervalo entre 10% a 15% dos custos envolvidos.
Agradeço sua participação e espero sua visita em outras oportunidades.
13 de Agosto de 2009 às 18:58
Prezado Sr. Luiz,
Gostaria de saber se o modelo de prestação de serviços de “Facilities” pode incluir (já que seu âmbito é a infra-estrutura operacional) o gerenciamento da informática da organização, desde a gestão da locação das máquinas, a contratação de pessoal da informática (suporte), a gestão das licenças dos softwares utilizados (…) até a gestão da segurança da informação (aderente às Boas Práticas da Segurança da Informação - ISO 27.001). Ou seja, gostaria de saber, se o Facilities é capaz de fazer com que a empresa não perca recursos administrando problemas de informática (grande fonte geradora de gargalos produtivos) e se volte realmente para o que interessa: a realização do seu produto!
17 de Agosto de 2009 às 12:57
Prezado Rafael,
Com certeza o escopo sugerido pode ser incorporado pelo Gerente de Facilidades da infra-estrutura. Vejo com certa restrição a questão ao atendimento aos itens cuja inteligência está em posse exclusiva dos fabricantes e/ou fornecedores. Nesse caso, é recomendável que o Gestor de Facilidades seja o gerenciador dos contratos mantidos com esses provedores, sendo de sua responsabilidade monitorar e avaliar o atendimento aos requisitos contratuais.
17 de Agosto de 2009 às 13:04
Somente hoje, tive a oportunidade de escrever um comentário. Quero parabenizar por esse serviço de BLOG, ser blogueiro é estar atualizado e poder interagir com as pessoas.
A gestão de infraestrutura denominada Facilities, no jargão internacional, submete o Tomador do Serviço a vivenciar seu negócio com a certeza de que as peças de atividades(suporte) ao seu entorno estão em boas mãos. Ou seja, pode tocar sua atividade/fim sem se estressar com as demais partes,as atividades/meio e tudo que a envolve(infraestrutura). O grande lance é que a Personal consegue transferir o conhecimento do assunto, oferecendo a melhor solução para o tomador, sem desperdícios e sem despesas. E isto faz o tomador feliz. Parabéns, Luiz, você é o Comandante desse navio, na empresa e só tem realizado sucessos.
17 de Agosto de 2009 às 13:20
Fátima,
Obrigado pela participação e incentivo.
Você resumiu muito bem os objetivos do modelo que divulgamos. Queremos ser reconhecidos pelos nossos clientes como parceiros estratégicos em seu negócio e não simplesmente um provedor de “comodities”. É muito importante focarmos no desenvolvimento de soluções que agregem valor ao negócio do cliente, contribuindo para promover as condições mais favoráveis possíveis para o sucesso de todos.
Volte sempre às nossas discussões!!
17 de Agosto de 2009 às 13:21
Prezados,
O blog esfoi desativado?
Abraços
Clara Barreiros
Conselheira ABRAFAC
17 de Agosto de 2009 às 13:26
Clara,
Tivemos um problema técnico que nos tirou do ar por algum tempo, mas é com grande satisfação que, há poucos dias, retornamos às atividades.
Por enquanto, estamos focados em responder a todos os comentários que foram postados nesse período e que permaneceram registrados no servidor.
Em breve, postaremos novas matérias sobre o tema.
Abraços!!
17 de Agosto de 2009 às 13:30
Somos uma empresa do RJ especializada em serviço de alimentação utilizado em treinamentos e reuniões, como coffee break, brunch, café da manhã e almoço.
Já trabalhamos para a BHP Billinton através Dalkia e gostaria de divulgar minha empresa à outras empresas de Facilities.
Como poderiam me fornecer a relação dessas empresas?
Att.
Iara Bergman
17 de Agosto de 2009 às 13:35
Prezada Iara,
É muito bom saber que o mercado começa a reconhecer os Gestores de Facilidades como ponto focal para tratar assuntos referentes aos serviços de apoio à infraestrutura dos clientes finais.
Quanto à sua solicitação, lhe indicaria um contato com a ABRAFAC (Associação Brasileira de Facilities) - Regional Rio. Com certeza, eles poderão lhe ajudar de maneira mais satisfatória, pois agregam as principais empresas do setor, locadas no estado.
Sucesso!!
17 de Agosto de 2009 às 13:35
Luiz,
Trabalho em uma área que administra os serviços terceirizados voltados a edifícios que são todos usados pela minha empresa.
Tenho uma dúvida técnica quanto ao Facilites: uma área da empresa que organiza, integra e administra os serviços de prestadores terceirizados pode ser chamada de Facilities, ou apenas a terceirizada que centraliza este tipo de serviço?
Questiono porque na contratação a empresa terceirizada abarca diversos serviços como limpeza, jardinagem, recepcionistas, telefonistas, operadores de carga, etc., mas não o gerenciamento predial. Portanto cada área destas pode até ter um supervisor, mas não um que integre estes todos.
Na oportunidade, parabenizo a iniciativa do blog!
Gostaria de saber também as respostas do Pedro Correa.
Agradeço.
17 de Agosto de 2009 às 13:47
Rafael,
O termo “Facilities” não é exclusivo dos prestadores de serviços. Normalmente, as empresas utilizam termos mais comuns para designar os departamentos responsáveis pela gestão da infra-estrutura: Infraestrutura, Engenharia, Serviços de Apoio, etc.
Nem todas as empresas possuem departamentos desse tipo, arrisco dizer que isso é a realidade na maioria delas. Normalmente, isso só acontece quando a empresa é de grande porte e possui atuação multi-site (telecom’s, indústrias mineradoras, empresas de varejo, entre outras), o que demanda um nível mais apurado de preocupação com o assunto. Via de regra, nesses casos, o cliente acaba por designar um gestor próprio para chefiar o setor e gerenciar os fornecedores.
Porém, nos demais casos, a interlocução e gestão do contrato do fornecedor de Facilities pode ser feita por colaboradores e/ou departamentos que acumulem outras funções principais. Posso citar alguns exemplos: Gerência de Suprimentos, Gerência Administrativa e Gerência de Recursos Humanos.
Quanto às respostas aos questionamentos do Pedro, você poderá conferí-las na postagem acima.
Conto com sua visita sempre. Abraços.
17 de Agosto de 2009 às 13:49
Bom . ñ tenho muito a dizer a não ser “parabéns” pelo que li achei algo interesante. Que já deu certo.
17 de Agosto de 2009 às 13:51
Fabiele,
Obrigado pela participação!
17 de Agosto de 2009 às 13:52
Amigo Luiz Claudio,
O blog sobre Facilities chegou na hora certa! Vejo pelos comentários e dúvidas que você está no caminho certo.
Aproveito para comentar minha visão inicial sobre o assunto:
Vejo ao longo do tempo “ondas de modismo” que vem e vão. O termo “Facilities” vem na verdade não como um modismo, mas como uma integração de vários serviços terceirizados ou não, organizados de forma integrada nas Empresas de “Visão”.
Digo isso porque quando ouvimos termos como, “Foco no Cliente”, “Foco em Resultados”, “Serviços Continuados”, “Service Level Agreement”, e outros, pode-se ver a real tradução de tudo isso em “Facilities”.
“Facilities” vem trazer de modo inteligente e integrado, todos os demais serviços que uma empresa precisa para funcionar para “entregar” o “Produto Final” para seu Cliente. “Facilities” permite que a Empresa tenha real foco em seu Cliente, obtendo qualidade máxima (execução x custos) nos Serviços de Apoio ao Negócio.
Bem, espero ter colaborado um pouco neste assunto tão inovador e interessante, que sem dúvida fará diferença nos resultados das Empresas “antenadas” com o seu Sucesso e o Sucesso de seus Clientes.
Abraços,
Leandro Carvalho
17 de Agosto de 2009 às 14:01
Prezado Leandro,
Você foi exato em sua observação.
Sem dúvida, o “Momento da Verdade” (a entrega do produto final ao consumidor final) deve estar cercado do ambiente mais favorável e adequado possível para que o resultado ideal seja alcançado. É muito importante que o provedor dos serviços tenha consciência de sua interferência nesse processo. Também, o tomador tem sua parcela de responsabilidade para que isso aconteça, seja na orientação correta do fornecedor, seja na escolha adequada do parceiro.
Até a próxima!!
21 de Agosto de 2009 às 17:58
Aos Participantes do Blog,
Boa tarde!
Acompanho o Blog há 1 mês, e adoro os temas abordados, pois agrega muito ao meu desenvolvimento.
Há 3 anos Assessoro a Área de Facilities da Ciba Especialidades Químicas, Zona Sul de São Paulo, estou em busca de novos desafios e a oportunidade de desenvolvimento profissional, gostaria de saber sobre cursos, especialização, palestras e oportunidades no mercado de trabalho.
Agradeço antecipadamente a todos.
Um abraço,
Roseli S. C. Ferreira
24 de Agosto de 2009 às 12:57
Roseli,
Obrigado pela contribuição.
Quanto às indicações, sugeriria você consultar o sites da ABRAFAC (Associação Brasileira de Fcilities) e da Revista Infra. Constantemente eles divulgam os eventos relcionados ao tema, om certa antecedência.
Quanto aos cursos, pelo que sabemos, atualmente somente a USP mantem um curso de epecialização em Facilities.
Abraços!!
7 de Setembro de 2009 às 12:51
Bom dia, Luiz Cláudio!
Parabéns pelo Blog! Excelente! Aqui pude encontrar definições claras e consistentes a respeito de Facilities.
Sou psicóloga e trabalho na área de recrutamento e seleção. Estou em busca de profissionais que tenham experiência em Facilities. Você teria alguém para indicar ou quem sabe pode me auxiliar na prospecção?
Seguem alguns dados da vaga:
Gerente de Negócios
Formação em Arquitetura ou Engenharia Civil, perfil comercial. Inglês fluente. Experiência em execução/supervisão/fiscalização/gerenciamento de projetos e obras comerciais e industriais.
Responsabilidades:
Desenvolvimento de atividades técnico-comerciais desde a prospecção de novos clientes, elaboração de propostas, negociação, divulgação ou busca de imóveis, equalização de propostas, follow-up dos processos de comercialização, assessoramento ao cliente até a assinatura do contrato de locação ou de compra e vendas.
Remuneração e Benefícios: Salário Fixo (CLT) + PLR (semestral) + plano de saúde + ticket refeição + seguro de vida.
Local de Trabalho: São Paulo com disponibilidade para viagens.
Interessados enviar CV para ana.wilges@multilabor.com.br
Obrigada!
7 de Setembro de 2009 às 13:27
Ana,
Muito obrigado pelos seus comentários a respeito do blog. Fico contente em receber esse tipo de feedback, pois mostra que estamos no caminho certo. Ao idealizar esse blog, meu objetivo era criar um centro de discussão e aprimoramento do tema.
Há cerca de duas semanas, participei do 3º Congresso Infra Rio. Foram cerca de 300 participantes entre tomadores e fornecedores de serviços. Um dos temas mais discutidos foi a questão da falta de mão de obra preparada e disponível para atuar na área de Facilities. Na grande maioria dos casos, as empresas estão tendo que recrutar pessoas qualificadas mas que ainda precisam ser formadas no tema. O problema seguinte é a retenção e fidelização desses profissionais, já que o mercado está demandante.
Quanto a indicações, vou sugerir, a aqueles que se interessarem, lhe contactar através do endereço indicado.
Abraços e sucesso!!
7 de Setembro de 2009 às 13:28
Prezado Luíz Claudio,
Desde 2001 trabalho na área e gostaria muito de uma indicação de como direcionar a minha carreira. O conteúdo do bog encantou ainda mais e realmente é o que gosto e quero continuar a executar.
Preciso trocar idéias, ter um aconselhamento inclusive na apresentação do meu CV.
Tem como ajudar-me?
Muito obrigada
Kátia Salgado de Araujo
7 de Setembro de 2009 às 13:37
Katia,
Boa tarde!!
Infelizmente, não sou um especialista em assessoria em RH e talvez não seja a melhor pessoa a lhe ajudar nessa questão. Pode contar com a minha ajuda quanto às dúvidas e questionamentos sobre o tema “Facilities”.
Posso lhe assegurar que o momento não poderia ser melhor para os profissionais que pretendam ingressar nesse mercado. Conforme minha resposta dada à Ana Wilges (acima), o mercado está demandante por pessoas preparadas e conhecedoras do tema. Mantenho contato com diversos executivos de empresas e essa tem sido uma queixa constante.
Quanto a montagem de um CV, tenho uma opinião pessoal. Não importa muito a apresentação e sim o conteúdo. Seja objetiva e clara nas informações, não inclua nada que seja desnecessário. Se o conteúdo for realmente bom, tenho certeza que o formato não influirá em nada.
Nesse caso, fique atenta às oportunidades que têm sido divulgadas no mercado, principalmente através dos especialistas em RH (Michael Page, Hays, Stanton Chase, entre outras).
Perceba que aqui mesmo no blog temos uma oportunidade anunciada (Ana Wilges). Pode ser que ele também venha a se tornar um local de ofertas e procura de profissionais.
Fique atenta. Boa sorte e muito sucesso!!
29 de Setembro de 2009 às 13:28
Achei o máximo, e gostaria de fazer parte de alguma Equipe que pudesse interagir aí com todos vocês de alguma maneira viável para que pudesse vir a somar
Grato
29 de Setembro de 2009 às 13:41
Constantino,
A melhor forma de somar é constantemente visitar e participar desse fórum, lançando questões, opiniões e sugestões.
Valeu!!
4 de Outubro de 2009 às 12:43
É muito bom que exista a parceira com as Empresas, mais também não podemos se esquecer de ser parceiro com os colaboradores. Esse site é um tipo de comunicação muito importante para que se conheça o sentimento de todos os coloaboradores.
Abraços Jorge Bastos Técnico de Projetos
4 de Outubro de 2009 às 21:10
Prezado Jorge,
Esse blog foi criado com o objetivo de discutir, aprimorar, difundir e divulgar o produto “Facilities Management”. É inevitável que, por vezes, sejam citados os nomes de algumas empresas, mas é importante deixar claro que não é esse o foco.
Aproveitando o tema, reitero minha opinião de que empresas nada mais são que um grupo de pessoas organizados e focados num objetivo comum. Quando bem alinhados, chegam ao sucesso. Os altos dirigentes devem sempre estar atentos aos movimentos e anseios de sua equipe, conduzindo-a pelo rumo traçado, conforme as variáveis vão se definindo.
Em suma, o Ser Humano é o ponto central do processo e isso deve ser sempre lembrado.
Abraços!!!!
26 de Outubro de 2009 às 13:19
Esse é o canal, “O BLOG”.Estou trabalhando p/ a Personal aqui na Bahia(UN-BA/ PETROBRAS) e vejo que seria uma ótima oportunidade de oferecer esse conjunto de ideias e serviços, já que esta é uma das maiores empresas do Brasil, e estará sempre necessitada de parceiros como nós,muito focados na excelencia dos resultados e no desenvolvimento.
Parabens.
21 de Dezembro de 2009 às 14:32
Luiz Claudio, boa tarde. Trabalho numa empresa pública e estamos estudando facilities, entretanto, até o momento não conhecemos nunhuma que tenha implantado esta solução. Temos a Lei 8.666/93 que limita nossas contratações, focando no menor preço. Temos a LC 123/2006 que nos impele a contratar micro e pequenas empresas. E ainda o TCU para fiscalizar o cumprimento das leis. É difício inovar! Você conhece alguma empresa pública já implatou facilities nos seus processos? Peço para excluir a Petrobras, pois esta tem situaçõse especiais que permitem contratações diferenciadas.
Agradeço e aguardo retorno.
21 de Dezembro de 2009 às 19:19
Walter,
Boa noite!
Realmente, várias pessoas já gastaram seu tempo procurando uma fórmula que cumprisse com todas as exigências e limitações estabalecidas pelas leis que regulam as contas públicas. Eu iria citar a Petrobras como um caso de sucesso, mas já que você pediu para que a ignorássemos, vou citar o governo do Estado de Minas Gerais. Nesse exato momento, ele está promovendo um processo para a contratação dos serviços de infra-estrutura da nova Cidade Administrativa (CAMG), que abrigará a administração estadual, no formato de facilities, cumprindo com todos os requisitos legais. Esse é um exemplo muito interessante que, com certeza, será seguido por diversos segmentos da administração pública. Vale a pena estudar o processo. Você poderá consultá-lo em detalhes no site: http://www.compras.mg.gov.br/.
Boa sorte!!!
21 de Dezembro de 2009 às 20:57
Boa tarde Luiz Claudio,parabéns pelo blog,
trabalho numa terceirizada na área de facilities,ainda não assimilamos bem o conceito deste nicho de mercado e já nasceu outro que é utilities onde o serviço prestado ao cliente suporta as áreas e equipamentos que são o ámago do negocio dele,hoje sofremos pela falta de profissionais da área técnica para realizar tais serviços.Como evitar a alta rotatividade? uma vez que treinamos o funcionario para oferecer um atendimento de qualidade , porem assim que surge uma oportunidade um pouco melhor ele nos deixa,como podemos afiançar o comprometimento e a lealdade nas pessoas?
21 de Dezembro de 2009 às 21:43
Júlio,
Boa noite!!!
Acho que o problema relatado por você não é específicamente das empresas desse segmento. De um modo geral, estamos vivendo um “Apagão de Mão de Obra” no país, especialmente a qualificada. A economia aquecida vem promovendo uma enxurrada de oportunidades e nela surfam os profissionais mais bem preparados. Não acredito que exista uma receita pré-definida para a retenção dos profissionais. Vale a realidade de cada um. O ambiente, o respeito, o reconhecimento, a meritocracia (justiça), um bom plano de carreira são variáveis que impactam diretamente na decisão de qualquer profissional no momento de escolher que caminho irá seguir. Infelizmente, no setor de serviços, de maneira geral, as empresas trabalham com margens apertadas e, consequentemente, transportam para todas as linhas do custo essa austeridade. Enfim, conformar-se pensando que somente um alto salário poderá reter um profissional poderá lhe trazer um futuro incerto. Por isso, a saída é ser criativo e fazer de sua empresa uma opção única, onde o mix de suas qualidades seja seu diferencial e sua grande arma de atratividade.
19 de Janeiro de 2010 às 12:36
Julio boa tarde,
A forma que encontrei de diminuir um pouco esse impacto da falta de profissionais, é manter uma relação proxima com empresas de prestação de serviço de pequeno e médio porte. Nem sempre o contato direto com o profissional é possivel, principalmente com empreiteiros, e grandes construtoras cobram muito caro, então empresas pequanas acabam sendo a solução.
19 de Janeiro de 2010 às 16:30
Luiz Cláudio
Estou na região de Campinas e trabalho na área comercial de vendas de facilities. Tenho prospectado clientes mas existe uma certa resistência por parte das empresas em contratar os serviços de Engenharia de Manutenção e Gerenciamento de Facilities. O motivo é que não tiveram sucesso com contratação de serviços terceirizados no passado e isso os confunde com uma empresa que oferece a solução integrada, isto é, mão de obra, planejamento, execução, gerenciamento e relatório final de desempenho e satisfação do cliente. Como vencer esses obstáculos? Em quais departantos/cargos deveria concentrar a prospecção de novos clientes? Mala direta seria viável para vender facilities?
20 de Janeiro de 2010 às 8:23
Prezado Luiz Claudio,
Parabéns pelo Blog!!! Excelente !!!! Estou tentando falar com vc e não consigo. Peço informar notes pois preciso falar com você .
Obs: Trabalhei na IBM Vargas . O meu notes é ritaalves@sestsenat.org.br
Abraços,
Rita Caldeira
2 de Fevereiro de 2010 às 10:57
Prezado Luiz Claudio,
A área de Facilities Management precisa de pessoas que se didiquem a ela, pois está em ascensão. Gostaria de parabenizá-lo pela iniciativa do blog e das informações nele contido, além de reforçar a importância desta área para as empresas.
Gostaria ainda de solicitar um auxilio, aproveitando sua bagagem de conhecimento, se possível.
Não estou trabalhando no momento e profissionalmente tive a oportunidade de me desenvolver na área de Facilities Management como Coordenadora Administrativa, onde trabalhei em grandes grupos:
·por 10 anos na Spal Coca Cola – atual grupo FEMSA e
·por 10 anos no ABN Amro Real – atual grupo Santander.
Agradeço a atenção e novamente parabéns pela iniciativa.
Atenciosamente,
Rita Mello
4 de Fevereiro de 2010 às 12:56
Luiz Cláudio
Fiquei feliz em ver o seu Blog onde esclarece vários temas inerentes a nossa profissão.
Parabéns, e que o sucesso seja uma constante em 2010.
Abçs
Gláucio Assed
2 de Março de 2010 às 12:08
Boa tarde a todos!
Meu nome e Amauri Fiorda sou responsavel pela area comercial da Open Space. Trata-se de uma empresa que acreditamos vem de encontro com as necessidades do dia a dia do profissional de Facilities.
Segue abaixo o nosso site para que os profissionais de Facilities possam conhecer melhor os serviços que oferecemos.
http://www.ospace.com.br
Grato, Amauri Fiorda
4 de Março de 2010 às 13:47
Mauro, boa tarde!
Acabei de assumir a area comercial da Open Space e comecei a buscar mais informações sobre o profissional de Facilities para obter mais conhecimento.
A Open Space foi fundada a mais ou menos 2 anos com o intuito de lever uma nova forma de contratação de serviços principalmente para as empresas de projetos.
Peço que por favor conheça os serviços de a sua opinião.
Nosso site: http://www.ospace.com.br
muito obrigado.
31 de Maio de 2010 às 21:52
Estamos implantantando a área de Facilities na empresa. Tenho duvidas de quais serviços devem ficar na responsabilidade de um facilities? Qual o perfil para contratação de um profissional para esta área?
Grata
1 de Junho de 2010 às 19:26
Roberta,
Boa noite!!
Na minha opinião, o que determina o que se deve terceirizar ou não, é o seu negócio. As atividades terceirizáveis são aquelas que margeiam a sua atividade fim, que colaboram com seu resultado, mas não interferem diretamente no seu processo produtivo.
Abs!!